Junho 29, 2004

CLIENTES (IN)SATISFEITOS. De acordo com notícia do Público de hoje os clientes portugueses estão satisfeitos com os serviços prestados pelos bancos. Embora outros sectores de actividade tenham também sido objecto de análise por parte do Instituto Português da Qualidade, é o sector bancário que, neste ponto, assume a liderança. Preocupante parece ser o facto da satisfação revelada não ser acompanhada pela percepção de valor obtido e por lealdade. Neste caso, o primeiro lugar é atribuído ao sector da distribuição. Conjugando estes dois aspectos Empreender atreve-se a concluir que os clientes portugueses não são fáceis de satisfazer pois os mais satisfeitos não se inibem de trocar de fornecedor e tem reticências quando ao valor apercebido do serviço ou produto que estão a adquirir.

GENERAIS. Um dos editoriais de ontem do Financial Times foi particularmente bem conseguido. Nele se ensaia um paralelismo muito interessante entre os desafios do futebol no Euro 2004 e as negociações entre nações no seio duma União Europeia alargada. Diz-se, por exemplo, que dois pequenos países nórdicos, no caso a Suécia e Dinamarca, podem perfeitamente pôr fora de prova uma potência latina como a Itália, da mesma maneira que um minuscúlo estado báltico, a Lituánia, impõem um empate à quase imperial Alemanha, pondo-a também fora do Euro. Há depois um outro país que joga em casa e por pequeno que seja é um dos mais fortes aspirantes a levantar o troféu, da mesma maneira que um cidadão seu deverá passar a liderar a Comissão Europeia. Apesar de tudo, baseando-se em Carl von Clausewitz, o Finantial Times lembra que a batalha decisiva será sempre a última; esta é a que mais conta! Fica, portanto, no dia de hoje, este ensinamento para Durão (o dia mais longo da sua vida), e para amanhã, o recado é para Scolari.

Junho 28, 2004

IMP GROUP INTERNACIONAL. A International Marketing Review (Volume 21, N.º 2) inclui uma série de artigos de autores associados ao IMP Group. Este número especial da revista intitula-se justamente "The Industrial Marketing and Purchasing Group and international marketing" e é editado por David Ford.

RADMA. Numa organização do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, decorrerá em Seseimbra, entre 7 e 9 de Julho próximos, a conferência da Research and Development Management Association subordinada ao tema "Managing people and managing R&D". Os resumos das comunicações havidas na conferência de 2003 podem ser encontrados aqui em ficheiro pdf.

Junho 25, 2004

ROAD SHOW. Ontem, dia de S. João, pelas 19 horas teve lugar em Bruxelas uma sessão de informação que a Fuqua School of Business promoveu na Europa sobre o seu MBA. Trata-se da oitava sessão duma série realizada durante um mês em tantas outras cidades, a saber: Frankfurt, Roma, Barcelona, Madrid, Paris, Milão, Londres, e Bruxelas. Seguem-se agora mais 10 cidades, de Moscovo ao México. E assim se pode dizer que o ensino da gestão é um negócio em acelerado processo de globalização.

Junho 22, 2004

COOPERAÇÃO CIENTÍFICA. A construção e desenvolvimento de redes de cooperação científica que promovam a criação de conhecimento e a sua aplicação em actividades económicas é o tema em destaque na Research Policy (Volume 33, N.º 4, 2004) Entre outros artigos interessantes, recomenda-se a leitura destes: “Scientists’ collaboration strategies: implications for scientific and technical human capital” (B. Bozeman e E. Corley); “Turning scientific and technological human capital into economic capital: the experience of biotech start-ups in France” (C.D.F Corolleur, M. Carrere e V. Mangematin); “Biotechnology entrepreneurial scientists and their collaborations” (A. L. Oliver).

IKEA EM BRAGA. O que fará a Conforama, um distribuidor de móveis francês presente há vários anos no país, colocar catálogos nas caixas de correio em Braga? A sua loja mais próxima é em Gaia e tanto quando se saiba nunca o tinha feito. A resposta estava ao lado, também na caixa do correio: a IKEA colocou lá o seu catálogo pois abre hoje com pompa e circunstância a sua primeira loja portuguesa na Amadora. E assim começa a marcha fúnebre para muitas empresas produtoras e distribuidoras de móveis portuguesas.

Junho 21, 2004

CONTAS EM ATRASO. O Pùblico de hoje divulga as principais conclusões de um estudo elaborado pela Intrum Justitia em que o pagamento de dívidas por parte das empresas europeias está em análise. As empresas portuguesas são consideradas as piores pagadoras quando comparadas com as suas congéneres da Europa dos 15. Mais preocupante do que a posição no ranking são as causas identificadas para o atraso no pagamento de dívidas por parte das empresas portuguesas: “A falta de profissionalismo na gestão, nomeadamente do risco de crédito, o incumprimento do Estado e os morosos e ineficazes processos legais (…). A estes factores teremos ainda que juntar as questões culturais - os países do norte da Europa são melhores pagadores que os do sul - e ainda o facto das empresas, muito desfalcadas de capital próprio e com o acesso dificultado à banca, reterem o mais possível o dinheiro como forma de financiamento". O estudo na íntegra está aqui.

Junho 18, 2004

DESCONTROLO (EXTRA)ORDINÁRIO. Com a divulgação pública dum relatório da Inspecção-Geral da Saúde ficamos a saber que o recurso a trabalho extraordinário por parte dos profissionais de saúde nos hospitais tem sido por estes determinado. O relatório salienta “a falta de controlo efectivo desse tipo de trabalho, que "na maioria das unidades hospitalares" é feito apenas através do preenchimento da folha de presença individual pelos próprios profissionais de saúde”. O recurso a esse tipo de trabalho era aparentemente determinado por interesses individuais e não por necessidades efectivas. Nestas condições não há orçamento que aguente. Esperemos que a medidas entretanto implementadas, as quais obrigam “os profissionais [a] propor ao conselho de administração o trabalho em horas extraordinárias, que por seu lado apresenta a proposta à respectiva Administração Regional de Saúde, a quem cabe solicitar autorização ao Ministério da Saúde” permitam uma correcta indexação entre necessidade e utilização desse tipo de trabalho. Mais detalhes podem ser encontrados aqui.

CONHECER A GESTÃO DO CONHECIMENTO. Artigos interessantes estes, saídos em Dezembro de 2003 no Journal of Information & Knowledge Management (volume 2, n.º 4): "Managing Knowledge Flows between High-Tech Firms and Universities: Empirical Evidence from the Biotechnology Industry in the UK" (Angel J. Salazar Alvarez); "Knowledge Sharing in a Co-Opetitive Environment: The Case of Business Clusters" (Maria Molina e Pak Yoong); "Understanding Organizational Learning Through Knowledge Management" (Rumesh Kumar Sharma); "Applying Knowledge Management in Higher Education: The Creation of a Learning Organisation" (Kostas Metaxiotis e John Psarras); "E-Learning in Higher Educational Institutions in Indonesia" (Ratna Dewi Kuntoro e Suliman Al-Hawamdeh).

REMUNERAR. A revista Prémio de hoje diz que "a retribuição flexível vai ganhando adeptos na Europa, depois de já ter conquistado as empresas americanas. Hoje, um salário atractivo já não é suficiente para reter os melhores colaboradores. Além do tradicional carro ou cartão de crédito, a lista de benefícios estende-se aos planos de saúde, seguro de vida ou creche para os filhos." A motivação, redução de custos, responsabilização e aumento da eficiência são vantagens potenciais.

Junho 17, 2004

PPP NO ENSINO SUPERIOR? Veiga Simão, convidado pelo Governo para equacionar o modelo duma nova universidade em Viseu, admitiu a hipótese desta nova universidade avançar em regime de parceria público-privado.

NOVO CATÁLOGO. A Edward Elgar é uma editora particularmente forte em economia. Acaba, contudo, agora de enviar o catálogo de gestão para 2004/2005. Sem surpresa, muitos dos títulos são de autores de áreas conexas com a gestão, entre eles, por exemplo, The Network Society: A Cross-Cultural Perspective, editado por Manuel Castells, com saída prevista em Setembro. Outro livro que chama a atenção é Innovation In Technology Alliance Networks da autoria de Charmianne E.A.V. Lemmens, a sair também em Setembro.

ASSOCIATIVISO EMPRESARIAL NO SECTOR DO LIVRO. Este relato, saído no Público de ontem sobre os desentendimentos entre a APEL e UEP vem mostrar que coisas básicas e fundamentais como um forte associativismo empresarial não são fáceis de conseguir. Naturalmente, quando assim é num sector como o do livro, as dificuldades avolumam-se.

Junho 16, 2004

OBSERVAR A SAÚDE. O relatório anual de 2004 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde foi ontem apresentado. Os pontos negativos citados pelo Público de ontem são os seguintes:

«- Falta de transparência e recurso a "marketing político" para publicitar resultados "não comprovados", nomeadamente através de anúncios pagos, sem haver acesso a relatórios ou dados que os fundamentem. Por exemplo, os dados sobre os resultados dos 31 hospitais SA não são considerados independentes e os dados sobre as listas de espera não são vistos como fidedignos

- Falta de fundamentação científica nas opções políticas tomadas, como é exemplo o modelo dos hospitais SA, assim como a criação da Entidade Reguladora da Saúde

- Legislação da saúde inciada em 2002 "permite tudo: soluções públicas, privadas, sociais e cooperativas à discrição do governante no momento".

- A criação do Plano Nacional de Saúde, com metas quantitativas a atingir, é saudada, mas vê-se como difícil que seja posta em prática sem grande reforço de infraestruturas técnicas e humanas da saúde pública, não havendo sinais de que tal esteja a acontecer.»


O "pontos positivos" são ... positivos:

«- "Notável ritmo de crescimento na utilização dos medicamentos genéricos".

- A preparação de um "contact center" da saúde para o cidadão e iniciativas como o Programa Conforto nos hospitais SA "são passos na direcção certa" com vista à centralidade do cidadão nos sistemas de saúde.

- A introdução de novos actores sociais no sistema de saúde na área da gestão, inovação tecnológica e investimento podem ser benéficos para o sector.

- Nova lei-quadro para os cuidados continuados, que especifica o papel do Estado e de outras parcerias sociais no desenvolvimento dos cuidados prestados, por exemplo, a doentes crónicos e internados de longa duração.

- Apesar de os dados serem vistos com alguma cautela, considera-se importante a divulgação inédita de um relatório de avaliação sobre o primeiro ano dos hospitais SA.»

2000 MILHÕES. A Roland Berger informa sobre a tendência global no número de telemóveis: "Nokia expects the global number of mobile phone users to hit 2 billion by 2007 from 1.5 billion currently. The company expects 300 million new users to come from the Asia-Pacific region. Nokia is helping mobile operators to lower costs per individual so that it'll be viable for network operators to cater to low-usage mobile phone customers. Revenue from data traffic will be rising likely to 30% of global mobile revenue by 2008 from about 15% currently:"

Junho 15, 2004

ASSOCIATIVISMO EM GONDOMAR. Será que o Gondomar FC estará em debate nesta prova do Mestrado em Administração Pública da Universidade do Minho? "As Políticas Públicas Locais para o Associativismo: O Caso do Concelho de Gondomar" de Maria Fernanda Varela será apresentada na Escola de Economia e Gestão daquela universidade em 14 de Julho de 2004 pelas 14:30.

FACTORES DE SUCESSO. Quais são os principais factores potenciadores da criação de vantagem competitiva e qual é a sua natureza? Estas foram as questões que o número especial do Journal of Business Research (2004, Vol. 57, No.5) pretendeu dar resposta. Dos vários trabalhos publicados destaca-se o artigo de autoria de J. W. Stoelhorst e Erik M. van Raaij intitulado “On explaining performance differentials: Marketing and the managerial theory of the firm” no qual se discute diferentes escolas de pensamento desde economia industrial, gestão estratégica, e marketing e se propõe uma abordagem unificadora que permita explicar diferenciais de desempenho. Desta-se ainda o trabalho de Bent Dreyer e Kjell Grønhaug intitulado “Uncertainty, flexibility, and sustained competitive advantage”o qual investiga empiricamente o conceito de flexibilidade e o seu impacto na criação de vantagem competitiva.

CHINA EM TRANSFORMAÇÃO. A transformação empresarial em curso na China é o tema em destaque na Organization Science (Volume 15, N.º 2, 2004) Entre outros artigos de manifesto interesse inclui-se "The Institutional Effects on Strategic Alliance Partner Selection in Transition Economies: China vs. Russia" de Michael A Hitt, David Ahlstrom, M Tina Dacin, Edward Levitas, e Lilia Svobodina. Com um tema como o deste número da Organization Science e sabendo-se do que por lá se passa, fica a ideia de que o regime, de comunista, só lhe resta o nome e pouco mais.

SERVIÇOS ELECTRÓNICOS. O International Journal of E-Business Research prevê publicar em Julho de 2005 um número especial dedicado aos serviços electrónicos, uma área em franco florescimento. De acordo com os editores, estes serviços distinguem-se pelo seu conteúdo altamente informativo, natureza personalizada e pela sua necessidade de recorrer as tecnologias de informação e comunicação. Alguns dos tópicos de interesse na área incluem as formas de cooperação e co-produção deste tipo de serviços, medidas do seu valor, sua personalização, e modelos de negócio. Os editores convidados para este número espacial são Marijn Janssen e Jaap Gordijn.

Junho 14, 2004

FACULDADE DO JUÍZO. Depois dos gregos, talvez seja interessante aceitar este desafio. A Comunidade de Leitores de Filosofia debate a Analítica do Belo da sua Crítica da Faculdade do Juízo de Immanuel Kant(edição portuguesa: INCM), na Casa-Museu Nogueira da Silva, em Braga, na quinta-feira, 17 de Junho, pelas 21.30.

Junho 11, 2004

CONHECER SINGAPURA. A gestão do conhecimento terá a sua conferência de 2004 realizada em Singapura entre 13 e 15 de Dezembro próximos. Trata-se da International Conference on Knowledge Management (iCKM'04): People, Knowledge and Technology: What Have We Learnt So Far?

EXPANSÃO EMPRESARIAL. A Escola de Gestão Empresarial, uma parceria entre a Associação Empresarial de Portugal, Universidade Católica e Universidade de Aveiro, quer "posicionar-se como uma escola com presença internacional". Os mercados em estudo são o Brasil, Macau, e Galiza. Numa segunda fase a expansão inclui os PALOPs (Fonte: Jornal de Notícias, 9 de Junho de 2004, p. 29).

Junho 09, 2004

CRM. A Mckinsey Quarterly preocupa-se em saber porque o "Customer Relationship Management" (CRM) tem tido dificuldades em cumprir as suas promessas. Em artigo intitulado "How to rescue CRM" constata que "Many large companies—more than half in some industries—have invested big money in customer-relationship-management (CRM) software. A few have even seen the promised benefits, such as increased customer retention and higher revenues. Most, however, are still waiting for positive results. It is possible to turn around a faltering CRM initiative if you step back and look for the root cause of the breakdown, which usually occurs in one of three areas: poorly defined business logic, organizational misalignment, or technological constraints." Este é um dos artigos mais populares da secção de tecnologias de informação da revista. Entretanto importa também aqui referir a saída recente de um livro que coloca em causa os verdadeiro contributos das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento de vantagens competitivas. Daremos notícias dele brevemente.

Junho 07, 2004

CARREIRA EXPRESSO. Como já notaram os leitores mais frequentes de Empreender, o Expresso não é das fontes que aqui se previligiam. Em mais de um ano de existência, lembro-me de só uma vez aquele semanário ter sido aqui referido. Uma das razões, que não a única, é o facto do jornal noticiar com maior frequência intensões do que factos. Lendo este tipo de jornalismo, fica a sensação que o objectivo das fontes do jornal a que o Expresso confere cobertura é testar estados de alma e reacções de quem lê. É isso, por exemplo, o que parece resultar do título da primeira página e seu desenvolvimento sobre as intenções da TAP ou de alguém que lá trabalha ("TAP quer comprar 20% da Varig", Expresso, 5 de Junho de 2004, p. 1). Quem já estudou processos de internacionalização em Portugal sabe que, não raras vezes, esta estratégia é uma tentativa desesperada de salvação que muitas empresas falidas ou em dificuldade procuram. Ou seja, procuram ocultar incapcidades nativas com saltos no desconhecido, tendando mesmo aliciar ou até enganar potenciais parceiros externos. Ora, conhecendo-se o historial da TAP, algo de semelhante poderá estar por detrás da sua proclamada intensão de "comprar 20% da VARIG" ... a não ser que ela própria pretenda vender 40% ou mais à própria VARIG. Aqui em Empreender defende-se até que a VARIG, ou qualquer outra companhia, prestaria um bom serviço a Portugal se levasse os 100% da TAP, incluindo os seus passivos e dores de cabeça.

CONFERÊNCIA. A Associação Portuguesa de Sistemas de Informação organiza a sua 5.ª conferência em Novembro em Lisboa.

Junho 04, 2004

PLANO DE MARKETING. Na terceira edição de The Successful Marketing Plan: A Disciplined and Comprehensive Approach (McGraw-Hill, New York, 2003), RG Hiebing Jr. e SW Cooper propõem instrumentos práticos para elaborar um plano de marketing. Adoptam uma abordagem tradicional baseada em 10 fases que detalham ao longo de 22 capítulos. Para os gestores preocupados em documentos rápidos, os três apêndices disponíveis podem também ser muito úteis na medida em que oferecem um leque alargado de impressos e formulários a preencher. Trata-se, de facto, de um guia prático que não deve dispensar a reflexão do que de mais profundo existe nos planos e na estratégia.

SIEMENS NA CHINA. Vejamos o que pode ser um exemplo da grandeza que as operações duma empresa podem ter na China. Neste caso, a Siemens. Presente há 100 anos naquele país, a Siemens pretende agora duplicar a venda de telemóveis e aumentar a sua quota de mercado em três anos! O canal de distribuição a previligiar são as 30000 lojas do canal de um produtor local, seu parceiro. A pr´pósito de parcerias a Siemens possui 45 empresas naquele país, muitas das quais "joint ventures" com parceiros locais. Emprega 30000 colaboradores (Fonte: Financial Times, 18 Maio 2004, p. 21).

Junho 03, 2004

INDIA INOVADORA. Os indianos são assim. Sempre na vanguarda, com uma inexcedível vontade de vencer. Dizia um há dias depois de regressar ao seu país de origem após uma experiência de 10 anos na Intel: "Julgo que há alguns anos tinh-se que estar nos EUA porque era´aí que a inovação tecnológica tinha lugar. Agora é a India e por isso estou aqui".

PT EM 382.º. A PT foi a única empresa portuguesa a surgir no FT Global 500 de 2004, suplemento do Financial Times(27 de Maio de 2004) que lista as 500 maiores empresas do mundo pelo seu valor de mercado. A PT surge no lugar 382, algo acima do posto de 2003 (415.º). O seu valor de mercado é de 13880 milhões de dólares (valor calculado com base na cotação de uns escassos dias anteiores à publicação).

Junho 01, 2004

LISTA DEMASIADO DIGEST. A Executive Digest de Junho inclui uma lista de mestrados e pós-graduações. Sem surpresa, a lista volta a estar incompleta.

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