2009-03-01

Tempos difíceis

É amanhã o dia das eleições para o conselho geral da Universidade do Minho. O que está amanhã em causa é demasiado importante. Sumariamente, pode resumir-se a duas opções: i) o eleitorado opta por manter o perfil de actuação nos últimos anos, particularmente evidente na forma como a universidade respondeu à nova lei de governação universitária; ou, em alternativa, ii) prefere questionar o presente e o futuro, procurando iniciar um novo ciclo de governação que passa por reformas na liderança, organização e sistemas. Se o eleitorado optar pela primeira via, então a Universidade do Minho prosseguirá como vive actualmente, numa lenta agonia, aqui e ali encapotada por algumas boas notícias. Se, em alternativa, o eleitorado der um sinal claro e inequívoco pela segunda opção pode ser que a Universidade do Minho saia reforçada para encarar com maior optimismo o futuro. E digo "pode" porque, como é sabido, professores e investigadores asseguram somente 12 dos 23 lugares do órgão em causa, havendo uma grande incógnita na actuação dos alunos e, sobretudo, dos membros externos a cooptar. Em síntese, os tempos que aí vêm não são fáceis.

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