23 Outubro 2014

Ski aquático com kit completo para tardes quentes de outono

Soube-se através do Tempo Contado que Richard Branson, o empreendedor da Virgin, tem um modo muito peculiar - inigualável, diria mesmo - de praticar ski aquático. Se não viram ainda, devem ver! Alguém tem ideia onde se arranjam kits daqueles? O kit completo, evidentemente. Modelo integral nesta fotografia (não esquecer de seguir o conselho de J. Rentes de Carvalho e fazer clique na fotografia).

21 Outubro 2014

Empresário de sucesso

- O que vais fazer à tarde?
- Vou animar a palestra do Rotary.
- O que é animar a palestra?
- É estimular um debate, neste caso sobre empreendedorismo.
- O que é isso?
- Tem a ver com a forma como se fazem negócios.
- Ah, isso é fácil. Vais à internet, escolhes e compras.
- Queres ver a apresentação que vou fazer?



- Tens o Superman!
- O que achas dos outros?
- São tantos. Eu se estudar economia e gestão não vou para professor. Vou para empresário de sucesso.

20 Outubro 2014

Universidade completa

Entre uma Kizomba, um Kuduro e um Cha-cha-cha que não é Earl Grey sinto alguma dificuldade em escolher unidades curriculares em falta no curriculum.

19 Outubro 2014

O branding do place marketing

Os colegas de administração pública aqui da casa estão interessados em coisas como place marketing, branding e brand management. O que representa uma visão muito arejada - é o termo que me ocorre assim de repente - da administração da coisa pública. Desde que não caiam na tentação daquilo a que de forma benévola chamo marketing de detergentes - sem desprimor para os detergentes que obviamente fazem muita falta para limpar -, parecem tópicos interessantes.



O menu da aula inaugural do programa de doutoramento da área de administração pública ocorrida há dias prova esse interesse: "Place Marketing and Branding as a Governance Process", por Erik Braun (Erasmus University Rotterdam), e "The Multi-Stakeholder Perspective of Place Brand Management", por Sebastian Zenker (Copenhagen Business School).

17 Outubro 2014

E tu, qual escolhias?

Subitamente, três paixões: uma super; uma económica e de combate; e uma retro. A solução super é a mais estradista. Ideal para tiradas mais longas. Toda ela uma italiana, até nos defeitos. Será que me levaria lá longe, até ao imenso sul, a 600 quilómetros de distância?





Solução económica para combate. Uma indiana deslumbrante sobretudo na cor verde abacate. Ideal para estacionar em permanência noutra casa e explorar os montes à volta. Levar-me-ía garantidamente a Santo António de Val de Poldros mas para os puristas da Vespa, a opção por uma LML seria um escândalo.





Solução retro. Talvez a solução mais racional - mas não em vermelho - para andar aqui à volta e ir a Gualtar despachar papéis. Seria melhor recebida na comunidade Vespa.




E tu, qual escolhias? Qualquer que seja a escolhida será para complementar o esforço desta pequena-grande Vespa.

16 Outubro 2014

Business as usual

O que se segue é um conjunto de três notícias publicadas por estes dias que ilustram bem o que a casa gasta (clique em cada uma delas para aumentar).




Fonte: Diário de Notícias, 8 de outubro de 2014




Fonte: Observador, 14 de outubro de 2014




Fonte: Diário Económico, 15 de outubro de 2014


Apetece ameaçar: «Porta-te bem que senão levas novamente com a troika». E há quem ache que ela deveria ter ficado por cá.

Empreendedorismo na Casa Museu de Monção

Mesmo que o leitor nunca tenha jogado PlayStation, pode comparecer no próximo sábado, pelas 15:30 horas, na Casa Museu de Monção da Universidade do Minho. Decorrerá aí uma palestra sobre empreendedorismo organizada pelo Rotary Club de Monção.

15 Outubro 2014

Tópicos (17)

O Journal of Services Marketing lançou uma chamada de trabalhos subordinada ao tema Fresh Thinking in Services Marketing: Contemporary, cutting-edge and creative thoughts, que está em aberto até final de janeiro próximo sob edição de Rebekah Russell-Bennett (Queensland University of Technology) e Steve Baron (University of Liverpool).

«This special issue is to generate new thinking in the well-established sub-discipline of services marketing. We now live in a world where we have access to global markets at the click of a button, and where there is increased collaboration between customers, organizations and competitors, and a market consciousness about the importance of preserving natural resources and communities. These trends provide both threats and opportunities to service scholars and practitioners, and require new ways of thinking about how to best serve our markets. This special issue will be the ‘maiden voyage’ of the new JSM editors and will signal their vision for the journal under their tenure. The focus of the papers is on new issues and contemporary topics related to serving customers in the 21st century; across borders, across disciplines, across markets and across sectors. The goal is to advance new thinking and ideas in the field of services marketing that reflects trends in both practice and scholarship. Submissions can be conceptual or empirical in nature, approached from marketing and business management perspectives. A variety of empirical approaches are acceptable (e.g. ethnographic, survey, experimental or archival research). Suggested topics include, but are not limited to: The role of services in transforming society and consumer lives; New methodological approaches for service research; Services marketing and the bottom-of-the pyramid; The role of new technologies and interactivity; Off-shoring and outsourcing of services; Servitization; Service design; Co-creation and third-parties; Crowd-sourcing; The future and key trends in the practice of services marketing: what researchers need to know; Micro-businesses, cottage industries and the service sector; Social service enterprises; Viewing service(s) through a new lens. Papers must conclude with well-supported research directions, trends or opportunities which contribute to the development of a vibrant culture of service(s) marketing research.»

12 Outubro 2014

A fertilidade das mulheres muito ocupadas


«Several analyses report a positive correlation between fertility and female self-employment; however, scholars disagree about the direction of this relationship. Knowing about the causal relationship is important because the relevant mechanisms and possible implications differ tremendously. This paper studies two competing hypotheses: Is self-employment more attractive to women because they have children? Or, is it occupation-specific characteristics of self-employed women that impact their fertility? This work applies a unique approach by utilizing exogenous variation in both children and self-employment.»
Não, não é brincadeira. Isto é coisa séria. O artigo intitula-se "Female self-employment and children" - que outro título haveria de ter? - e saiu no distinto Small Business Economics com data de outubro de 2014 (Volume 43, Número 3, pp. 549-569). Da autoria de Florian Noseleit. Recomendo ler. Em casa, obviamente. Sem a navalha na mão.

11 Outubro 2014

10 Outubro 2014

Os dados estão lançados

Esta noite, às 24 horas, Roll the Dice sobem ao palco no Theatro Circo, em Braga. Garantidamente bom som para alimentar a alma.



E quem são os Roll the Dice? De acordo com o sítio do Semibreve - Electronic Music and Digital Art Festival, assina assim - trata-se de um duo sueco: «Nascidos em Estocolmo, os Roll The Dice desafiam a categorização fácil, invocando umas paisagens sintetizadas que revertem para os sons primários da eletrónica, tanto quanto almejam por um futuro incerto. [...] A música dos Roll The Dice conta-nos histórias. O que os destaca da maioria dos seus contemporâneos é a sua atenção ao detalhe narrativo: num espaço onde outros artistas escrevem faixas insulares, Pardon e Mannerfelt escrevem álbuns inteiros, atribuindo a cada peça um sentimento intrínseco de pertença em algo maior. [...]»

09 Outubro 2014

Governação

"As empresas portuguesas são, em média, mal geridas", disse o governador do Banco de Portugal. E acrescentou: "A maior debilidade da economia portuguesa é os gestores, não são os trabalhadores". Tem toda a razão: as empresas portuguesas e os seus gestores estão ao nível dos governadores do banco de portugal.

08 Outubro 2014

O deslocamento do aparelho

Não é justo. Marcar a sala de um turno numa das pontas do campus e a sala para o turno seguinte na outra ponta do mesmíssimo campus, lá longe, é excessivo para o aparelho. Nem uma tomada de corrente por 40,00 escudos por ano me vale. Se tivesse umas boas pernas ...

06 Outubro 2014

Tópicos (16)

Family Business and Regional Development, tema com edição em curso de Rodrigo Basco (Witten/Herdecke University), Joern Block (Universität Trier and Erasmus University Rotterdam), Roger Stough (George Mason University), Friederike Welter (Institut für Mittelstandsforschung Bonn and University Siegen) e Karl Wennberg (Stockholm School of Economics), a sair futuramente no Journal of Family Business Strategy.

«The aim of this special issue is to examine the role of family firms in regional economic environments and to enhance our understanding of the ways family firms may (or may not) contribute to regional economic growth and development. This special issue will consider qualitative and quantitative empirical studies, case studies, and more theoretical and conceptual research contributions. The cross-disciplinary nature of current research on family firms suggests that a new understanding of the role family firms play in regional economic development will likely come from a melding of theory and research across fields like regional economics, regional studies, entrepreneurship, geography, business, management, political science, psychology, and sociology. [...] Family firms are an important form of business organizations that exist in different sizes and sectors as well as in developed and emerging economies. However, surprisingly little is known about how family firms interact with the region in which they are located. While family firms have been considered a driver of economic development for regions in the early stages of industrialization (Jones & Rose, 1993), some researchers have attributed the decline of economies (e.g., the economies of the United Kingdom and France in the late 19th and early 20th centuries) to the prevalence of family firms and the lack of separation between ownership and management (Burkart, Panunzi, & Shleifer, 2003; Chandler, 1990; Landes, 1951). This negative historical view of family firms is in stark contrast to the view in several contemporary economies, where family firms are seen as crucial for regional development. For example, the German Mittelstand (Berghoff, 2006), which consists mostly of family firms, is regarded as the backbone of the German economy. Family firms are also considered to be of key importance in Italian industrial districts and in economic districts characterized by flexible specialization (Piore & Sabel, 1984; Porter, 1990). The time is ripe to begin developing research that can offer a better understanding of the relationship between family firms and regional development in the contemporary economy. The aim of this special issue is to examine the role of family firms in regional economic environments and to enhance our understanding of the ways family firms may (or may not) contribute to regional economic growth and development. This special issue will consider qualitative and quantitative empirical studies, case studies, and more theoretical and conceptual research contributions. Because the existing literature on family businesses is found across multiple disciplines and research fields, we encourage cross-disciplinary approaches to advance our understanding of family business and regional development. The cross-disciplinary nature of current research on family firms suggests that a new understanding of the role family firms play in regional economic development will likely come from a melding of theory and research across fields like regional economics, regional studies, entrepreneurship, geography, business, management, political science, psychology, and sociology. Some examples of relevant questions that might be considered include, but are not limited to, the following: How do family firms contribute to regional economic development (both economic and social), regional innovation, and regional employment? What causal mechanisms underlie the role of family firms in regional economic development? Do family firms care more than other firms about the region in which they are located? Which characteristics of family firms (e.g., management, ownership, control) matter? What is the role of the founder, and what is the role of succeeding family generations? What is the role of family-owned businesses in the region in which they are located? How do regional policymakers view family firms? Which regional policies help family firms grow? Which regions attract family firms, and which do not? Which regional conditions foster family firm development? Which barriers do family firms experience at the regional level? Are family firms tunnels through which traditional production factors (e.g., land, capital, and labor) as well as new factors (e.g., knowledge and entrepreneurship) can be channeled to foster regional development? What characteristics of family firms are more productive for those production factors? Are family firms more predisposed to collaborate/co-operate with external stakeholders? What kinds of collaboration/co-operation are used by family firms? To what extent family firm collaborations/co-operations affect or are used as tools for regional development How can family firms benefit from a strong regional orientation? When does it harm their competitiveness? Are family firms a unique dimension of regional growth, or do family firm players channel or guide factors like innovation, trans-generational entrepreneurship, and knowledge into regional economic growth? How do family firms contribute to the development and formation of industrial clusters and regional milieus? [...]»

ShareThis