20 abril 2015

Estante



Estante, selecção de livros de ensino e investigação em gestão estratégica, empreendedorismo e marketing recomendados pelo editor deste blogue.

Estante, a selection of books for learning and research in strategic management, entrepreneurship, and marketing recommended by the editor of this blog.

18 abril 2015

16 abril 2015

Preços e canais

A política de preços pode variar imenso com os canais de distribuição. Mas nem sempre é agradável sentir isso de forma direta.
- Já decidiram o que vão beber?
- O que propõe?
- Vinho da casa.
- É Douro?
- Sim, é Douro. Uma caneca de dois litros custa dois euros.
Não completamente convencido com o argumento dos dois litros, o comensal decide contornar a caneca.
- Importa-se que veja a carta dos vinhos?
- Claro que sim.
Já com a carta nas mãos, o rapaz sai-se com nova tirada atónita.
- Na lista, os preços estão desactualizados.
- São mais baratos do que o marcado na lista, é isso?! - sai a pergunta irónica.
- Sim, são bem mais baixos - responde o rapaz, deixando o comensal novamente surpreendido.
- Diga lá então quanto custa este Duas Quintas que está marcado a 17,90 Euros?
- 12 euros.
- Quero esse, por favor.
Já com a garrafa e o saca-rolhas na mão, o rapaz prova que na arte da surpresa não há duas sem três.
- Peço desculpa mas afinal são 12,50 Euros. Posso abrir?
- Sim, pode.
Terminada a refeição e feitas as contas, ao sair o comensal depara-se com aquele mesmo vinho no canto gourmet do restaurante à venda por 9,90 Euros! Grande ilação: quando lá voltar, o comensal deverá servir-se do vinho logo à entrada, no tal canto de venda ao público que lá existe. Se for um Duas Quintas, não o peça na sala do restaurante (entre 12 e 12,5 Euros, dependendo da atitude). E nunca se deve deixar levar pela coluna do lado direito da carta dos vinhos (17,90 Euros), a tal que está desatualizada.

15 abril 2015

13 abril 2015

«As pessoas hoje têm menos tempo e mais manias»

Onde se fala de peixarias com feicebuque e instangram em ambientes trendy, barbeiros que fazem mesmo a barba, comércio de ovos moles, leitarias modernas e outros formatos e ideias de distribuição retalhista que se inspiram no comércio tradicional. Uma leitura curiosa.

12 abril 2015

10 abril 2015

Subidas e descidas


A preocupação maior é se estes finalistas sobem tanto como o banco em questão e ficam com o mesmo papel comercial na sociedade portuguesa.

08 abril 2015

Uma Lone Star em Vilamoura

A história das empresas deveria ocupar-nos mais tempo. Há histórias empresariais que vale a pena conhecer. Uma delas é a de Vilamoura, o popular destino de férias algarvio, ainda hoje uma das principais referências do turismo português.

De forma demasiado resumida e pouco explicada, diga-se de passagem, o Observador conta essa história tendo como pano de fundo mais uma transacção de ativos. Chama sobretudo a atenção a forma como a empresa, provavelmente a principal proprietária de terrenos na zona (a não ser que algum chinês anónimo tenha entretanto arrebatado uns quantos quarteirões com visto gold sem que nada se saiba) e que possui a concessão da muito chique marina local, tem mudado de mãos. Na verdade, apesar do nome tuga, a Lusort - empresa assim chamada que se encarrega de encher as ruas locais com faixas do tipo campanha eleitoral - foi vendida agora por uma empresa espanhola a uma empresa americana, mostrando assim que de luso só lhe resta o nome (e os terrenos).

Nas notícias que chegam do local há vários anos, nota-se como paira no ar uma grande incerteza e um silêncio comprometedor sobre os inúmeros projetos imobiliários equacionados para o local. Nesta linha, é significativo que o novo proprietário da Lusort se designe Lone Star, apesar de não faltar vizinhança abundante por aqueles lados.

De resto, a título de curiosidade, de acordo com o Observador, os planos para a zona envolvem a construção de lagos artificiais e casas às quais só se acederá por barco! Está bom de ver: espetáculo americano para o Travel Channel. Mas com programa sem emissão garantida.

07 abril 2015

06 abril 2015

Requisitos de um editor

Abriu recentemente um concurso para a posição de editor duma revista académica. Independentemente da revista em causa, é curiosa a lista de requisitos colocados: i) autoridade académica reconhecida na área da revista; ii) experiência editorial; iii) o candidato deve ser professor associado ou superior na sua instituição; iv) deve mostrar evidência de capacidades administrativas; v) o seu empregador deve mostrar empenho em termos de disponibilização de recursos para a função; vi) concordância para atuar de acordo com as orientações estratégicas e políticas da área da revista; e vii) predisposição para se empenhar em termos de tempo afeto à função.

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