2008-02-12

Debate estatutário

Dúvidas que apoquentam o mais distraído dos professores do ensino superior:
  • Porque é que a sua universidade ou instituto politécnico optou por manter a personalidade jurídica actual em detrimento da fundação?
  • Porque é que "só" três instituições (Universidade do Porto, Universidade de Aveiro e ISCTE) manifestaram esse desejo?
  • Sendo três instituições bastante heterogéneas - o Porto é a maior do país, Aveiro é pequena mas dinâmica, e o ISCTE nem sequer é universidade - porque o fizeram? O que motivou estas instituições a quererem mudar? E as outras a ficar quietas, pelo menos por enquanto?
  • Quais são afinal de contas os critérios objectivos para passar a fundação, quando é sabido que um dos critérios definidos (possuir 50 por cento de receitas próprias) não é cumprido por nenhuma das instituições que querem ser fundação? Iremos assistir novamente às negociatas do costume com este Governo?
  • Como estruturar o nível estratégico duma universidade? Para além do Reitor e de um Conselho Geral, haverá necessidade de um Senado? Se sim, porquê? Com que dimensão e competências cada um deles?
  • Está definitivamente esquecida a necessidade de fusões no sector, reduzindo o número de operadores e tornando-os internacionalmente mais capazes?
  • Até que ponto a "reforma" em curso irá provocar mudanças substanciais na gestão das instituições de ensino superior? Se sim, que mudanças são essas?
Estas são algumas das questões que eu gostaria de ver respondidas num debate/tertúlia sobre a reforma estatutária das universidades agendado para a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, depois de amanhã, 14 de Fevereiro, pelas 14:30 horas.

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